Ir para o conteúdo principal

Registo em formato MARC

MFN: 17935
Identificador: de8e565d-ee3d-4485-ad91-f96c57b5d522
Formato: UNIMARC
Tipo de documento: BOOK
Criado em: 2025-04-01 11:34:09
Alterado em:

001 BMSPS20250401110004
010   ^a978-989-784-923-7^bencadernado^dcompra
100   ^a20250401d2023    m  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
105   ^aa       001yy
106   ^ar
200 1 ^a<O >cultivo de flores de plástico^fAfonso Cruz
210   ^aLisboa^cCompanhia das Letras^d2023
215   ^a107,[3]p.^cil.
330   ^a[Resumo da responsabilidade do Plano Nacional de Leitura 2027]
330   ^aLili ocupa o tempo de sobra a experimentar chaves em portas. O couraçado Korzhev dobra e desdobra mapas e carrega no bolso conchas que lhe devolvem a maresia. A senhora de fato suspira pelo tempo em que vivia uma vida alcatifada, com dois carros, um cão e um gato. Jorge sabe que bastou um passo em falso para ir parar ali. É o que separa as pessoas que vivem em casas das pessoas que vivem na rua: um passo mal dado. Num texto belíssimo, pleno de dor e ironia, Afonso Cruz imagina as vidas de um grupo de pessoas que vive «debaixo do mau tempo», abaixo da linha mínima da dignidade e conforto que deveria caber a cada pessoa. O cultivo de flores de plástico é um apelo para que olhemos para os seres invisíveis das nossas cidades.
606   ^aLiteratura portuguesa^xteatro
606   ^aTeatro
675   ^a821.134.3-2^vBN^zpor
700  1^aCruz,^bAfonso,^f1971-
801   ^aPT^bBMSPS^c20250401^gRPC
859   ^uhttps://biblioteca.cm-spsul.pt/BiblioNET/Upload/cruz.jpg
920 n
921 a
922 m